#368

URBAN: Medir as tendências da expansão urbanística em Portugal

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

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Imagem do projeto

A urbanização é responsável principal pela fragmentação da paisagem através de estradas, edifícios e outras estruturas, por perturbar a conectividade do habitat, aumentar as extinções das espécies, e interromper o fluxo genético. As áreas sem estradas são mais eficazes na proteção da biodiversidade do que os parques naturais ou nacionais. A localização e a intensidade destes processos ainda não são conhecidos, apenas em algumas mega-cidades (p. e. Tóquio). A Agência Europeia do Ambiente publicou em 2009 um mapa da fragmentação do habitat para a Europa a 1 km2. Falta um mapa mais atualizado e uma metodologia baseada na Detecção Remota (DR), que possa ser extrapolada para outras áreas e períodos de tempo.
Desenvolver uma metodologia para quantificar e mapear a intensidade da urbanização e da fragmentação em Portugal, durante 1982-2017, prever as tendências de expansão futura, analisar os efeitos sobre a biodiversidade, e identificar o declínio potencial a longo prazo das áreas sem estradas.
Usaremos várias inovações metodológicas: 1) dados ambientais de Sentinel 2A do programa Copernicus; 2) computações paralelas no Google Earth Engine, uma plataforma em nuvem para análise de dados de observação da Terra, e 3) análise das tendências temporais de expansão da intensidade de urbanização.

Proponentes do projeto
  • Neftalí Sillero
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

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  • Orçamento
    50284 €
  • Âmbito do Projeto
    Nacional
  • Regiões onde aplicar
    Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo, Algarve, Região Autónoma dos Açores, Região Autónoma da Madeira
  • Prazo
    18 meses

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