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Empoderamento científico nacional - formação em gestão de ciência para investigadores

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

A estrutura de produção científica nacional apresenta lacunas ao nível da gestão da ciência produzida que importa debelar. De facto, uma análise rápida dos resultados de investigação do corpo docente do ensino superior português demonstra alguma debilidade no impacto internacional da ciência nacional, como média de 0,73 artigos publicados por docente, no que respeita aos dados consolidados de 2015 (32.580 docentes de IES [PorData] e 23.966 resultados de investigação de portugueses publicados na Scopus).
De facto, se o corpo docente de instituições de ensino superior têm uma afetação de percentagem de tempo de serviço à investigação, os resultados demonstram o longo caminho que ainda é necessário fazer no sentido do empoderamento científico dos potenciais produtores de ciência nacional. Neste sentido, propõe-se a criação de uma rede formativa de apoio à autoria científica que, por um lado, promova o conhecimento sobre a estrutura da produção e disseminação de ciência atual e, por outro lado, apoie a qualidade do processo de produção de conhecimento, desde a revisão de literatura à análise e discussão de resultados de investigação. Recomenda-se a criação dos seguintes conteúdos formativos para o empoderamento científico: análise estratégica de publicação; seleção estratégica de periódicos-alvo para publicação; análise de mancha e escrita científica; estruturação da publicação científica; mundo editorial em STEM; processos de submissão e revisão; modelos económicos editoriais em STEM e suas repercussões para os autores; redes autorais e mapeamento científico; pesquisa científica para uma revisão efetiva da literatura, entre outros.

Proponentes do projeto
  • Francisco Vieira
Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

  • Orçamento
    58000 €
  • Âmbito do Projeto
    Nacional
  • Regiões onde aplicar
    Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo, Algarve, Região Autónoma dos Açores, Região Autónoma da Madeira
  • Prazo
    18 meses

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