#491

Rotas do Contrabando no Rio Minho

Economia, Comércio, Industria, Turismo e Energia

Economia, Comércio, Industria, Turismo e Energia

ENQUADRAMENTO: No jornal “A Capital - Diário Republicano da Noite”, na sua edição de 24 de Setembro de 1924, podemos ler uma reportagem acerca do contrabando, da emigração ilegal e da corrupção generalizada entre a Guarda Fiscal nas fronteiras de Melgaço: “O CONTRABANDO, NA FRONTEIRA DO RIO MINHO, EXERCE-SE EM LARGA ESCALA DEIXANDO LUCROS MAGNÍFICOS E A GUARDA FISCAL, OU RECEBE GRATIFICAÇÕES, OU TEM NELE PARTICIPAÇÃO DIRECTA” (fonte: MINHO DIGITAL, edição de 11 de Maio de 2018). Esta é apenas uma das multiplas histórias das gentes que, ao longo do rio Minho, e durante décadas, fizeram do contrabando de pessoas e bens o seu ganha-pão.

PROJETO: O projeto consiste no levantamento e identificação dos percursos que simulem as diversas rotas do contrabando ao longo do rio Minho. Estes percursos serão devidamente caracterizados e detalhados, assim como enqriquecidos com testemunhos e memorias que enquadrem, ilustrem e relatem a história de uma atividade económica que ajudou as populações transfronteiriças a subsistir durante décadas até à "liberalização" das fronteiras. Estes conteúdos digitais, conjugados com outros serviços, nomeadamente turísticos, serão apresentados nos sites de turismo dos municípios e da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, a quem compete a promoção turística do território de Caminha até Melgaço, sob a designação de Rotas do Contrabando no Rio Minho, podendo igualmente ficar acessiveis através das aplicações móveis.

Proponentes do projeto
  • Filipe Fernandes
  • Cláudia Fernandes
  • João Bezerra
  • Ana Maria Saraiva
Economia, Comércio, Industria, Turismo e Energia

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  • Orçamento
    50000 €
  • Âmbito do Projeto
    Regional
  • Região onde aplicar
    Norte
  • Municípios onde aplicar

    Caminha, Melgaço, Monção, Valença, Vila Nova De Cerveira

  • Prazo
    24 meses

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