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Graciosa Cultura

Cultura

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Imagem do projeto

Esta ante proposta visa dinamizar um centro físico e uma rede crescente e activa de artistas visuais, que enriquece a comunidade através das artes visuais, afim de:
Habilitar artistas através do desenvolvimento profissional e colaboração
Criar oportunidades para a comunidade experimentar e apreciar as artes visuais
Promoção de artistas membros e do seu trabalho, e;
Desenvolvimento de uma oferta no sector do turismo.
O objectivo é fornecer aos artistas locais, regionais e nacionais uma plataforma física e uma plataforma virtual para apoiar, capacitar e promover o trabalho deles. Afim de enriquecer a comunidade através das artes visuais – incluindo aguarela e pintura a óleo, desenho, fotografia e vídeo, cerâmica e vidro, madeira, arte em fibra e escultura. Todos os eventos serão oportunidades para o público ver e possuir obras de arte originais.
Os artistas também estarão activos na comunidade em geral, com um programa que realiza oficinas de arte para crianças, etc...
A ante proposta sugere uma escolha que deve levar em consideração factores estratégicos, para o funcionamento de um pequeno projecto voltado para as artes plásticas e visuais, em perfeita harmonia com o sector do turismo, considerando a necessidade de um espaço/ oficina e de um escritório, bem como de um alojamento adjacente, é importante definir com quais materiais, a título de inovação, aptos para trabalhar, para que possa fazer uma escolha de qualidade quanto ao tamanho do ambiente que acomodará o processo produtivo. O espaço deve ser optimizado para um melhor fluxo da produção, com áreas devidamente projectadas para bom funcionamento do processo de produção, da recepção e armazenamento de materiais, da prática administrativa e da recepção de clientes.
Se considerarmos algo semelhante à ante proposta agora apresentada, temos a Sheboygan Visual Artists (SVA), conhecidos por promover e oferecer suporte às artes visuais na região de Wisconsin, nos Estados Unidos. Os Sheboygan Visual Artists actuam como uma rede crescente e cativa de artistas visuais e simpatizantes que enriquece a comunidade por meio das artes visuais. Na prática, esse grupo capacita artistas visuais através do desenvolvimento profissional e colaboração; cria oportunidades para a comunidade experimentar e apreciar as artes visuais; e promove os artistas que são membros da rede e seus respectivos trabalhos. Desde a sua inauguração, em 2007, a adesão passou de alguns poucos membros para mais de 40 artistas a trabalhar em vários tipos de media. Nesse caso, a estrutura deixa de privilegiar o meio físico e passa a concentrar as suas necessidades no meio virtual, deslocando a sua base para uma plataforma que apoie, capacite e promova os trabalhos dos membros. Um exemplo de actividade dos SVA é o Small Works Project, o qual reuniu mais de 300 obras originais doadas para venda com intuito de financiar oficinas de arte ao ar livre. Esse exemplo foi apenas um entre tantas iniciativas possíveis.
De acordo com o último relatório sobre Economia Criativa, a ligação entre economia e cultura sugere a emergência de um novo paradigma de desenvolvimento, abrangendo aspectos económicos, culturais, tecnológicos e sociais nos níveis macro e micro. Fundamental para esse novo paradigma é o facto de que o conhecimento, a criatividade e o acesso à informação são cada vez mais reconhecidos como potentes motores capazes de impulsionar o crescimento económico e promover o desenvolvimento.
Com uma perspectiva actualizada, a Organização das Nações Unidas (ONU) comprova que a interface entre criatividade, cultura, economia e tecnologia, expressa na capacidade de criar e fazer circular o capital intelectual, tem o potencial de gerar receita e emprego, na mesma proporção em que contribui com a inclusão social, a diversidade cultural e o desenvolvimento humano.
A economia criativa é entendida como a economia do intangível, do simbólico. O seu combustível são os talentos criativos, os quais, organizados individual ou colectivamente, produzem bens e serviços criativos. Por ser uma economia com dinâmica própria, rompe com a lógica dos padrões económicos tradicionais e constrói novos modelos de negócio.
Se o impulso registado no turismo interno já é uma realidade, não menos real é a possibilidade concreta de tornar a Ilha Graciosa e a Região Autónoma dos Açores, cada vez mais, destino turístico internacional.
Se a busca pelas artes plásticas e visuais era caracterizada, em geral, pela informalidade, o compromisso de fazer da cultura açoriana um diferencial no sector do turismo, provoca importante deslocamento da procura. Além de ocupar espaços da ilha com peças de arte, poder levar a mesma para novos ou reformados espaços públicos ou privados e denota expressiva visibilidade e ampliação da participação desta actividade no mercado do sector.

Proponentes do projeto
  • Paulo Alexandre Bettencourt Silva
  • Jorge
Cultura

Cultura

  • Orçamento
    300000 €
  • Âmbito da Projeto
    Regional
  • Região onde aplicar
    Região Autónoma dos Açores
  • Municípios onde aplicar

    Santa Cruz Da Graciosa, Vila Do Porto, Ponta Delgada, Ribeira Grande, Angra Do Heroísmo

  • Prazo
    24 meses

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