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Enoturismo 4.0 - saberes e sabores (Alentejo)

Economia, Comércio, Industria, Turismo e Energia

Economia, Comércio, Industria, Turismo e Energia

Como o nome traduz conciliamos o melhor de três mundos: i. o turismo como a grande indústria do séc. XXI, aqui associado e potenciado pelo vinho s.l.; ii. as tradições, saberes e sabores (patrimónios); iii. e as novas ferramentas que sustentam a economia 4.0.
Enoturismo 4.0 - saberes e sabores (Alentejo) divide-se em quatro tópicos fundamentais que cobrem todos os saberes e sabores (patrimónios) associados à vinha e ao vinho:
i. vinha, enquanto ato agrícola, paisagem, castas, ruralidade…;
ii. vinho/produtores, enquanto produto final e consequência de todas as coisas, a que se assocam os principais atores, quem faz o vinho (produtores);
iii. adegas e tabernas, como os principais palcos;
iv. patrimónios/experiências e pessoas, todas as tradições, saberes e sabores associados ao vinho.
Da vinha ao copo. É o mote deste projeto, que começa na vinha e termina na adega, na taberna e em todos os cenários relacionados com a vinha e o vinho.
Destina-se a cada uma das oito sub-regiões vitivinícolas do Alentejo onde ocorrerão diversas ações envolvendo atores locais - produtores, enólogos, autarquias, associações, agentes turísticos, cidadãos.
Visamos os seguintes resultados:
• Criação de ferramentas de última geração (4.0) de apoio ao enoturismo : micro-site; app e plataforma colaborativa.
• Contribuir para a autenticidade de cada região através da divulgação do vinho e dos vários patrimónios: paisagístico, arquitetónico, museológico e gastronómico.
• Contribuir para a maior internacionalização do enoturismo no Alentejo.
• Contribuir para a promoção do turismo vitivinícola.
• Contribuir para o combate à desertificação e aos constrangimentos de algumas zonas rurais.
• Difundir o conhecimento e participar na valorização da cultura no sector.
• Contribuir para a dinamização das sub-regiões vitivinícolas.
• Promover o desenvolvimento de um turismo de nicho, de maior valor, em oposição ao turismo de massas.
• Potenciar a construção identitária, que desta forma veiculam a identidade nacional e que provocam um sentimento de pertença comum a um mesmo património cultural, da nobreza ao povo.
• Contribuir para a valorização e preservação dos patrimónios associados à vinha e ao vinho através da estruturação de produtos turísticos integradores e transversais.
• Contribuir para o reforço da promoção do enoturismo em espaço rural.
• Promover a atividade enoturistica, como um instrumento efetivo de desenvolvimento da região.
• Contribuir para a revitalização de áreas desfavorecidas no Alentejo, através do estabelecimento de Itinerários, como as rotas de vinho.
• Edição de um e-livro, documentado com imagens, que sintetize todas as atividades realizadas.

Proponentes do projeto
  • carlos cupeto, isabel machado, francisco mateus, paulo piçarra, sandra dourado
Economia, Comércio, Industria, Turismo e Energia

Economia, Comércio, Industria, Turismo e Energia

  • Orçamento
    200000 €
  • Âmbito do Projeto
    Regional
  • Região onde aplicar
    Alentejo
  • Municípios onde aplicar

    Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Barrancos, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira Do Alentejo, Mértola, Moura, Odemira, Ourique, Serpa, Vidigueira, Alandroal, Arraiolos, Borba, Estremoz, Évora, Montemor-O-Novo, Mora, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos De Monsaraz, Vendas Novas, Viana Do Alentejo, Vila Viçosa, Alter Do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo De Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Marvão, Monforte, Nisa, Ponte De Sor, Portalegre, Sousel, Grândola, Santiago Do Cacém, Sines

  • Prazo
    18 meses
  • Links do projeto

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